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	<title>Comunidade Fanuel &#124; Comunidade em células &#124; Células Católicas  &#124;  Católicos em células</title>
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	<description>comunidade em células, católicos em células, células evangelizadoras</description>
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		<title>A saúde nossa de cada dia</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sergioluiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Presença Santo André]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/domnelson.jpg" rel="thumbnail"><img src="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/domnelson-100x100.jpg" alt="" title="domnelson" width="100" height="100" class="alignleft size-thumbnail wp-image-9750" /></a>A celebração anual da Quaresma é ocasião favorável para a conversão e mudança de vida, tempo de preparação intensa para a Páscoa do Senhor. “Com efeito, escreve Bento XVI em sua Mensagem para a Quaresma de 2012, este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e pela partilha, pelo silêncio e pelo jejum, com a esperança de viver a alegria pascal”.</p>
<p>“No Brasil, recorda o Texto-Base (TB), a dimensão comunitária da Quaresma é vivenciada e assumida pela Campanha da Fraternidade (CF). A cada ano, a Igreja destaca uma situação da realidade social que precisa ser mudada” (pág. 115). O tema deste ano é: “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8).</p>
<p>A vida é um dom de Deus a ser protegido, preservado e difundido. Todos os seres vivos estão em jogo, sobretudo, os seres humanos. A saúde e a qualidade de vida destes seres são direitos intocáveis. A própria Oração da CF 2012 pede que ‘cuidemos’ de toda a criação.</p>
<p>Ao propor à nossa reflexão a Fraternidade e a Saúde Pública, a Igreja quer sensibilizar a todos sobre a dura realidade enfrentada diariamente por grande parte da população brasileira. O que mais se deseja para todo ser humano é a saúde integral. Entretanto, um número elevado de pessoas não tem acesso à assistência de Saúde Pública condizente com suas reais necessidades e dignidade. Numerosos são os cidadãos e cidadãs que não desfrutam de um “atendimento humanizado e acolhedor, realizado por profissionais qualificados…, livre de qualquer discriminação, restrição ou negação em virtude de idade, raça, cor, etnia, religião, identidade de gênero, condições econômicas ou sociais, estado de saúde, de anomalia ou de deficiência…”, conforme afirma a “Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde” (cf. TB, 141).</p>
<p>A Organização Panamericana de Saúde, por sua vez, afirma que “a saúde pública é o esforço organizado da sociedade, principalmente através de suas instituições de caráter público, para melhorar, promover, proteger e restaurar a saúde das populações por meio de atuações de alcance coletivo” (cf. TB, 107).<br />
 De declarações de boas intenções e de promessas feitas durante campanhas eleitorais o povo já está saturado. Na verdade, garantir para a população “saúde integral” é um dos principais desafios sociais na atualidade. </p>
<p>Ainda estamos longe de atingir e de seguir o exemplo de países que, de fato, dedicam atenção especial à saúde pública. Por isso, tem razão o TB da CF 2012 ao constatar que o atendimento no Sistema Público de Saúde Brasileiro deve ser melhorado, uma vez que muitas são ainda as reclamações em relação ao desrespeito à dignidade humana, frente à vulnerabilidade do sofrimento e da doença (cf. TB, 139).</p>
<p>Aproveitamos o ensejo para louvar e agradecer a Pastoral da Saúde de nossa Diocese e todos os Agentes de Saúde, sempre atentos e solícitos para que a saúde se difunda mais e mais sobre a terra (cf. Eclo 38,8).</p>
<p>A figura do bom samaritano seja a inspiração de nossa ação evangelizadora, fazendo-nos entender que não é lícito delegar o alívio do sofrimento apenas à medicina, mas que “estejamos atentos uns aos outros, para nos incentivar ao amor fraterno e às boas obras” (Hb 10,24).</p>
<p>Cuidar da saúde da alma e do corpo seja nosso grande desafio para este novo ano.<br />
<strong><br />
Dom Nelson Westrupp, scj<br />
 Bispo Diocesano de Santo André </strong></p>
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		<title>EBS de 05 a 11 de fevereiro de 2012 &#8211; Dedicados ao Senhor</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sergioluiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[EBS Semanal]]></category>

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		<description><![CDATA[Escritura: Lc 2, 22-32 Tema: DEDICADOS AO SENHOR Na festa da apresentação do Senhor, a Igreja reflete esta passagem do Evangelho que nos mostra o fato ocorrido com o Senhor Jesus que foi apresentado a Deus segundo a Lei de Moisés. Meditando esta Escritura podemos colher de sua revelação a nossa participação neste mistério da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/servir.jpg" rel="thumbnail"><img src="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/servir-100x100.jpg" alt="de 05 a 11 de fevereiro de 2012" title="de 05 a 11 de fevereiro de 2012" width="100" height="100" class="alignleft size-thumbnail wp-image-9743" /></a><strong>Escritura: Lc 2, 22-32  Tema: DEDICADOS AO SENHOR</strong></p>
<p>Na festa da apresentação do Senhor, a Igreja reflete esta passagem do Evangelho que nos mostra o fato ocorrido com o Senhor Jesus que foi apresentado a Deus segundo a Lei de Moisés.</p>
<p>Meditando esta Escritura podemos colher de sua revelação a nossa participação neste mistério da vida de Cristo, como batizados que somos, segundo o dom que nos foi dado de sermos incorporados ao Senhor e tão profundamente ligados a Ele de maneira que se aplica sobre nós também aquilo que a antiga Lei declarou sobre a dedicação dos primogênitos.</p>
<p>Ao transportarmos este entendimento para a vivência de nossa separação ao Senhor segundo a graça própria de nosso carisma, podemos compreender que a Comunidade é um local onde esta radicalidade batismal pode ser vivenciada, onde cada batizado que nela se insere encontra aí a maneira de viver a separação do batismo, como originalmente foi pretendida pelo Senhor.</p>
<p>Sem dúvidas que, a Comunidade é um carisma dentro do vasto dom que é a Igreja, e por esta razão inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde, cada discípulo nela terá de passar pela experiência de uma adesão vocacional e assim tornar público a sua decisão de dedicar-se ao Senhor por esta via para viver na realidade a dedicação que o batismo já lhe impôs.</p>
<p>Na ocorrência da apresentação do Senhor a cena se desenrola com a presença de algumas personagens que nos chamam a atenção frente a este entendimento da decisão vocacional de nossa comunidade para a vivência da radicalidade batismal. Vemos primeiramente o Menino Jesus que é levado ao templo pelas mãos de Sua mãe Maria e de seu pai adotivo José e lá no templo é abençoado pelo idoso Simeão. Vamos observar separadamente a cada um destes:</p>
<p>Menino Jesus – O Senhor é sempre o modelo básico da vida com Deus, porém neste contexto de entendimento, vamos ver em Sua pessoa o exemplo para o discípulo que inicia sua caminhada na vida da Comunidade e que deve ser apresentado ao Senhor para a consagração ao carisma. Todos os neo-discípulos são convidados e orientados a entrarem num caminho de formação que os leve a maturidade de uma decisão por pertencer à Comunidade e aliançar-se com ela assumindo-a com sua vocação específica para viver a separação do Batismo. Como o Menino Jesus também sobre este discípulo repousa uma escolha que deve ser orientada e conduzida. Tal como uma criança o discípulo deve deixar-se conduzir e orientar e descansar no caminho que se lhe é preposto;</p>
<p>José e Maria – Estas personagens nos falam a cerca daqueles que cumprem a função de viver a vocação em uma esfera de maturidade maior e se dedicam a fazer dos novos discípulos pessoas que possam chegar a uma conclusão vocacional também. Aqueles que já assumiram sua posição na comunidade podem e devem andar atentos com aqueles que chegaram a ela por meio da evangelização das células e desta maneira instruí-los para que sejam capazes da mesma decisão. Durante a vida e apostolado de um discípulo dedicado ou efetivo este tem clareza de sua missão com a vocação, serve aos que lhe são confiados e sabe o que significa estar aliançado, torna-se modelo de pertença aos que nascem para a vocação, e como José trabalham em tudo para sustentar para os mais novos os valores da vocação, e como Maria são instrutores da vida que devem assumir ensinando-os a falar e andar segundo a graça própria do Carisma;</p>
<p>Simeão – sabemos que este era já um idoso home cheio do Espírito de Deus que andava atento por ver cumprida a profecia. A frase que ele declara: “Agora, Senhor, cumpriste a promessa que fizeste e já podes deixar este teu servo partir em paz.” (Lc 2, 29) nos fala de um homem maduro e capaz de entrar para a glória do Paraíso porque viu bem cumprido seu ministério. Nesta personagem temos o sinal daquele que olha para sua trajetória de pertença ao Senhor e vê a missão cumprida, daquele que se alegra com a continuidade do plano de Deus e que pode olhar para o futuro com esperança e visão profética. Os discípulos efetivos que amadurecem na vocação precisam ter este senso de missão cumprida e firmeza de propósito com a vocação, porque são responsáveis por dizer aos demais que não temos nos desviado do caminho.</p>
<p>Cada discípulo nesta vocação passou ou está passando por uma destas fases e deve estar atento ao seu momento para responder com maturidade e equilíbrio vocacional. Que cada um faça a sua descoberta frente a este entendimento e estudando a Santa Palavra de Deus possa olhar para a sua estada na Comunidade e ter clareza de sua pertença. Enquanto isto não acontecer não estará pronto para ir adiante.</p>
<p><a href='http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/EBS-de-05-a-11-02-DEDICADOS-AO-SENHOR.pdf'>EBS de 05 a 11 &#8211; 02 DEDICADOS AO SENHOR</a></p>
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		<title>EBS de 29 de janeiro a 04 de fevereiro de 2012 &#8211; Somos de Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sergioluiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[EBS Semanal]]></category>

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		<description><![CDATA[Escritura: II Tm 1, 9-10 Tema: SOMOS DE DEUS A pertença ao povo de Deus é antes de tudo uma pertença ao próprio Deus. Devemos nos acautelar para não perdermos esta noção da fé que recebemos. Nossa vocação é de separação e dedicação ao Senhor, e isto em outros termos se chama consagração. Há algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/pertencer-a-jesus-100x100.jpg" alt="29 de janeiro a 04 de fevereiro de 2012" title="29 de janeiro a 04 de fevereiro de 2012" width="100" height="100" class="alignleft size-thumbnail wp-image-9739" />Escritura: II Tm 1, 9-10  Tema: SOMOS DE DEUS</p>
<p>A pertença ao povo de Deus é antes de tudo uma pertença ao próprio Deus. Devemos nos acautelar para não perdermos esta noção da fé que recebemos. Nossa vocação é de separação e dedicação ao Senhor, e isto em outros termos se chama consagração.</p>
<p>Há algum tempo o Senhor nos fez entender que de fato o batismo cristão é uma consagração da pessoa ao Senhor e que não pode mais ser entendido como um ritual de tradição religiosa, celebrado como mera conseqüência do nascimento em uma família de pessoas que também foram batizados pelo mesmo motivo.</p>
<p>Separados que fomos para o Senhor, isto equivale ao chamado de consagração de nossas vidas para a Sua glória. Visto que a vida cristã mais ordinária se tornou com os anos mera formalidade religiosa sem sentido ao ponto do esvaziamento da fé o que reflete nos esvaziamento dos templos, faz-se urgente que o Espírito Santo reinflame a compreensão e a vivência da verdade de ser do povo de Deus, e isto Ele tem feito com uma manifestação poderosa de Seu mover em nossos dias.</p>
<p>Deus tem chamado de novo para fora de uma sociedade depravada, àqueles que a Ele pertencem, e os que estão ouvindo o apelo do Senhor, estão reencontrando as fontes originais da Palavra de Deus. Nós temos que ser agradecidos por que exatamente isto tem ocorrido conosco e por esta razão nós somos o povo de Deus, uma nação santa de sacerdotes reais e de profetas que se dedicaram ao Senhor e que assumiram os riscos da vida cristã para que testemunhem de Cristo e manifestem que Ele vive para jamais tornar a morrer. Aleluia!</p>
<p>Cristo venceu a morte e revelou o maravilhoso plano de Deus para formar um povo que caminhe na justiça; isto significa um povo santo porque pertence àquele que é Santo, é o Santo dos santos. Ele colocou sua tenda, sua casa, no meio de nós, no meio de nosso acampamento, isto é o Emanuel, Deus conosco. Temos andado em torno a um fogo santo que nos purifica e ilumina.</p>
<p>Pertencer a uma comunidade e assumir a vocação que nos foi dada nos coloca em situação de real consagração e isto precisa ser vivido e expresso intensamente por cada um dos discípulos e por cada uma das células. Este chamado tem de estar latente e pulsante, injetando sangue em cada veia deste corpo e levando a mesma qualidade de vida do coração às extremidades.</p>
<p>Algo muitíssimo importante, porém, em toda esta compreensão, é o que esta passagem de II Tm 1, no final do verso 10 nos afirma: “Ele acabou com o poder da morte e, por meio do evangelho, revelou a vida que dura para sempre.”</p>
<p>Penso que esta frase nos dá a completa base da fé sincera e real; ao compreendermos o maravilhoso poder e a grande graça que recebemos então também compreenderemos qual a nossa responsabilidade e que glória a cerca ao sermos do povo de Deus.</p>
<p>Ao pertencermos ao Senhor nós entramos em uma atmosfera espiritual de poder e de capacidade de realizar o impossível, isto nos faz habitar em região celestial. Quando esta compreensão se torna a nossa prática de fé real então o céu como prêmio final se torna não só atingível mas uma conseqüência de quem já o está vivenciando agora por meio da comunhão e da pertença.</p>
<p>A vida que dura para sempre nos foi dada por meio do Evangelho e o que se envereda por esta via inaugurada por Cristo se torna tal qual ao mesmo Cristo, por esta razão a comunidade dos remidos é chamada de cristãos, um povo separado para Deus e chamado para uma condição sobrenatural que abençoa o mundo em que pisa e transforma a terra que lhe foi dada.</p>
<p>Se permanecermos nesta compreensão então teremos a integridade de fé que Paulo pediu a Timóteo, seremos certamente plenos do Espírito de Deus, e como povo de Sua pertença nós o glorificaremos com nossas vidas.</p>
<p><a href='http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/EBS-de-28-01-a-04-02-SOMOS-DE-DEUS.pdf'>EBS 29 de janeiro a 04 de fevereiro de 2012 &#8211; SOMOS DE DEUS &#8211; baixe PDF</a></p>
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		<title>No sim a Deus, somos livres</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Catequese do Papa Quarta-feira, 01 de fevereiro de 2012 Tema: Somente no &#8220;sim&#8221; a Deus, somos completamente livres *** Queridos irmãos e irmãs, Hoje gostaria de falar sobre a oração de Jesus no Getsêmani, no Horto das Oliveiras. O cenário da narração evangélica desta oração é particularmente significativo. Jesus parte para o Monte das Oliveiras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Catequese do Papa<br />
Quarta-feira, 01 de fevereiro de 2012<br />
Tema: Somente no &#8220;sim&#8221; a Deus, somos completamente livres</strong></p>
<p>***</p>
<p>Queridos irmãos e irmãs,</p>
<p><a href="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/no-sim-a-deus-somos-livres/escolhas-vontade/" rel="attachment wp-att-9735"><img src="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/escolhas-vontade.jpg" alt="" title="escolhas vontade" width="350" height="389" class="alignleft size-full wp-image-9735" /></a></p>
<p>Hoje gostaria de falar sobre a oração de Jesus no Getsêmani, no Horto das Oliveiras. O cenário da narração evangélica desta oração é particularmente significativo. Jesus parte para o Monte das Oliveiras, depois da Última Ceia, enquanto reza com os seus discípulos. Narra o Evangelista Marcos: “E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras” (Marcos 14, 26). Faz alusão provavelmente ao canto de alguns Salmos do Hallel com os quais se agradece a Deus pela libertação do povo da escravidão e se pede ajuda para as dificuldades e ameaças sempre novas do presente. O percurso até o Getsêmani é composto por expressões de Jesus que torna iminente seu destino de morte e anunciam a impendente dispersão dos discípulos.</p>
<p>Chegando ao Monte das Oliveiras, também naquela noite Jesus se prepara em oração. Mas desta vez acontece algo novo: Ele parece não querer ficar só. Muitas vezes Jesus se retirava à parte da multidão e dos próprios discípulos, se resguardando “em lugares desertos” (cf. Marcos 1, 35) ou subindo “no Monte”, diz São Marcos (cf. Marcos 6,46). No Getsêmani, ao invés, ele convida Pedro, Tiago e João para ficarem próximos. São os mesmos discípulos chamados para estarem com Ele no Monte da Transfiguração (cf. Marcos 9, 2-13). Esta proximidade entre os três durante a oração no Getsêmani é significativa. Também naquela noite Jesus rezará ao Pai “sozinho”, porque o seu relacionamento com Ele é totalmente único e singular: é o relacionamento do Filho Unigênito. Dir-se-ia, sobretudo naquela noite que ninguém poderia aproximar-se do Filho, que se apresenta ao Pai na sua identidade absolutamente única, exclusiva. Jesus, porém, mesmo chegando “sozinho” no ponto onde irá rezar, quer que pelo menos os três discípulos permaneçam não muito longe, em uma relação mais estreita com Ele. Trata-se de uma aproximação espacial, um pedido de solidariedade no momento no qual se sente aproximar-se da morte, mas é, sobretudo uma proximidade na oração, para exprimir, de algum modo, a sintonia com Ele, no momento em que se aproxima o cumprimento até o fim da vontade do Pai e é um convite para que cada discípulo o siga no caminho da Cruz. O Evangelista Marcos narra: “Levou consigo Pedro, Tiago e João e começou a sentir medo e angústia. Disse a eles: “A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui, e vigiai” (14, 33-34).</p>
<p>Na Palavra que se dirige aos três, Jesus, mais uma vez, se exprime com a linguagem dos Salmos: “A minha alma está profundamente triste”, uma expressão do Salmo 43 (cf. Sl 43, 5). A dura determinação “até a morte”, depois, recorda uma situação vivida por muitos enviados de Deus no Antigo Testamento, a qual é expressa na oração deles. Não raramente, de fato, seguir a missão que lhes é confiada significa encontrar hostilidade, rejeição, perseguição. Moisés sente de maneira dramática a prova que sofre enquanto guia seu povo no deserto, e diz a Deus: “Eu só não posso levar a todo este povo, porque muito pesado é para mim. E se assim fazes comigo, mata-me, peço-te, se tenho achado graça aos teus olhos” (Números 11, 14-15). Também para o profeta Elias não é fácil levar adiante o serviço a Deus e ao seu povo. No Primeiro Livro dos reis se narra: “Ele, porém, foi ao deserto, caminho de um dia, e foi sentar-se debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Já basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais” (19, 4).</p>
<p>As palavras de Jesus aos três discípulos que os quer próximos durante a oração no Getsêmani, revelam como Ele experimenta o medo e angustia naquela “hora”, experimenta a última profunda solidão enquanto o designo de Deus se está realizando. E em tal medo e angústia de Jesus se recapitula todo o horror do homem diante da própria morte, a certeza de sua inexorabilidade e a percepção do peso do mal que perpassa a nossa vida.</p>
<p>Depois do convite para permanecer e vigiar em oração dirigido aos três, Jesus “sozinho” se dirige ao Pai. O Evangelista Marco narra que Ele “tendo ido um pouco mais adiante, prostrou-se em terra; e orou para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora” (14, 35). Jesus prostrou-se em terra: é uma posição de oração que exprime a obediência à vontade do Pai, o abandonar-se com plena confiança nEle.</p>
<p>É um gesto que se repete no inicio da Celebração da Paixão, na Sexta-feira Santa, como também na profissão monástica e nas ordenações diaconais, presbiteriais e episcopais, para exprimir, na oração, também corporalmente, o confiar-se completamente a Deus, o confiar nEle. Depois Jesus pede ao Pai que, se possível, passasse daquela hora. Não é apenas o medo e a angústia do homem diante da morte, mas o envolvimento do Filho de Deus que vê a terrível massa de mal que deverá assumir sobre Si para superar-lo, para privá-lo de poder.</p>
<p>Queridos amigos, também nós, na oração devemos ser capazes de levar diante de Deus os nossos cansaços, os sofrimentos de certas situações, de certos dias, o compromisso cotidiano de segui-lo, de ser cristãos, e também o peso do mal que vemos em nós e ao redor de nós, para que Ele nos dê esperança, nos faça sentir a sua proximidade, nos doe um pouco de luz no caminho da vida.</p>
<p>Jesus continua a sua oração: “Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres” (14, 36). Nesta invocação estão três passagens reveladoras. Ao início temos o dúplice termo com o qual Jesus se dirige a Deus: “Aba! Pai!” (Mc 14, 36a). Sabemos bem que a palavra aramaica Abbá é aquela que era usada pelas crianças para dirigir-se ao papai e exprimir, portanto, o relacionamento de Jesus com Deus Pai, uma relação de ternura, de afeto, de confiança, de abandono. Na parte central da invocação existe o segundo elemento: a consciência da onipotência do Pai – “tudo é possível para ti” -, que introduz um pedido que, mais uma vez, aparece o drama da vontade humana de Jesus diante da morte e do mal: “afasta de mim este cálice!”. Mas existe a terceira expressão da oração de Jesus que é aquela decisiva, na qual a vontade humana adere plenamente à vontade divina.</p>
<p>Jesus, de fato, conclui dizendo com força: “Entretanto, que não seja aquilo que quero, mas aquilo que queres” (Marcos 14, 36a). Na unidade da pessoa divina do Filho a vontade humana encontra sua plena realização no abandono total do Eu ao Teu do Pai, chamado Abba. São Máximo, o Confessor, afirma que desde o momento da criação do homem e da mulher, a vontade humana é orientada àquela divina e exatamente no “sim” a Deus que a vontade humana é plenamente livre e encontra a sua realização.</p>
<p>Infelizmente, por causa do pecado, este “sim” a Deus se transformou em oposição: Adão e Eva pensaram que o “não” a Deus fosse o cume da liberdade, o ser plenamente eles mesmos. Jesus no Monte das Oliveiras reporta a vontade humana ao “sim” pleno a Deus; nEle a vontade natural é plenamente integrada na orientação que lhe dá a Pessoa Divina.</p>
<p>Jesus vive a sua existência segundo o centro da sua Pessoa: o seu ser Filho de Deus. A sua vontade humana é puxada para dentro do Eu do Filho, que se abandona totalmente ao Pai. Assim Jesus nos diz que somente conformando a sua própria vontade àquela divina, o ser humano chega à sua verdadeira altura, torna-se “divino”; somente saindo de si, somente no “sim” a Deus, se realiza o desejo de Adão, de todos nós, aquele de ser completamente livre. É isto que Jesus realiza no Getsêmani: transferindo a vontade humana na vontade divina nasce o verdadeiro homem, e nós somos redimidos.</p>
<p>O Compendio do Catecismo da Igreja Católica ensina sinteticamente: “A oração de Jesus durante a sua agonia no Horto do Getsêmani e as suas últimas palavras na cruz revelam a profundidade da sua oração filial: Jesus leva a cumprimento o desígnio de amor do Pai e toma sobre si todas as angústias da humanidade, todos os pedidos e as intercessões da história da salvação. Ele os apresenta ao Pai que os acolhe e atende, além de toda esperança, ressuscitando-o dos mortos” (n. 543). Na verdade, “em nenhuma outra parte da Sagrada Escritura vemos tão profundamente o mistério interior de Jesus como na oração no Monte das Oliveiras” (Jesus de Nazaré II, 177).</p>
<p>Queridos irmãos e irmãs, todos os dias na oração do Pai Nosso nós pedimos ao Senhor “seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu” (Mt 6, 10). Reconhecemos, isto é, que existe uma vontade de Deus conosco e para nós, uma vontade de Deus sobre a nossa vida, que deve se tornar cada dia mais uma referência do nosso querer e do nosso ser; reconhecemos ainda que é no “céu” onde se faz a vontade de Deus e que a “terra” se torna “céu”, lugar da presença do amor, da bondade, da verdade, da beleza divina, somente se na mesma é feita a vontade de Deus. Na oração de Jesus ao Pai, naquela noite terrível e estupenda do Getsêmani, a “terra” se tornou “céu”; a “terra” da sua vontade humana, tomada pelo medo e pela angustia, foi assumida pela vontade divina, assim foi que a vontade de Deus se realizou na terra.</p>
<p>E isto é importante também na nossa oração: devemos aprender a confiarmos mais na Providencia divina, pedir a Deus a força de sairmos de nós mesmos para renovarmos o nosso “sim”, para repetir-lhe “seja feita a vossa vontade”, para conformar a nossa vontade à sua. É uma oração que devemos fazer cotidianamente, porque nem sempre é fácil confiar-nos à vontade de Deus, repetir o “sim” de Jesus, o “sim” de Maria. As narrações evangélicas do Getsêmani mostram dolorosamente que os três discípulos, escolhidos por Jesus para estarem próximos dEle, não foram capazes de vigiar com Ele, de compartilhar a sua oração, a sua adesão ao Pai e foram envolvidos pelo sono.</p>
<p>Queridos amigos, peçamos ao Senhor para que sejamos capazes de vigiar com Ele na oração, de seguir a vontade de Deus todos os dias mesmo quando se fala de Cruz, de viver uma intimidade sempre maior com o Senhor, para trazer nesta “terra” um pouco do “céu” de Deus.</p>
<p>Fonte: ZENIT.org</p>
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		<title>Bispo se manifesta sobre o “Big Brother”</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 15:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Presença Campo Grande]]></category>

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		<description><![CDATA[Dom Eduardo Benes, arcebispo de Sorocaba Aristóteles (384 a, C. – 422 a. C) havia proposto que a felicidade é o bem sempre desejado pelo ser humano e que a prática das virtudes, capitaneadas pelas virtudes cardiais – Prudência, Temperança, Fortaleza e Justiça – , é o único meio de construir uma sociedade onde seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dom Eduardo Benes, arcebispo de Sorocaba</strong></p>
<p><a href="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/bispo-se-manifesta-sobre-o-%e2%80%9cbig-brother%e2%80%9d/bbb-olhos/" rel="attachment wp-att-9731"><img src="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/bbb-olhos.jpg" alt="" title="bbb-olhos" width="440" height="291" class="alignleft size-full wp-image-9731" /></a></p>
<p>Aristóteles (384 a, C. – 422 a. C) havia proposto que a felicidade é o bem sempre desejado pelo ser humano e que a prática das virtudes, capitaneadas pelas virtudes cardiais – Prudência, Temperança, Fortaleza e Justiça – , é o único meio de construir uma sociedade onde seja possível a felicidade. E ensinou também que as virtudes deviam ser a primeira preocupação da sociedade na educação das crianças.</p>
<p>A Tradição cristã-católica, especialmente através de Tomás de Aquino, assumiu preciosos elementos da ética Aristotélica, percebendo que a proposta de Aristóteles oferecia uma visão antropológica que ajudava a entender, por via racional, a revelação cristã como oferta de um caminho de verdade para o desejo mais profundo do ser humano: ser feliz. </p>
<p>Tendo como horizonte de vida as virtudes cardiais, a tradição cristã procurou sistematizar também a compreensão do mal moral, propondo que os pecados todos têm como raiz, os chamados vícios (pecados) capitais: Soberba (orgulho desejo de poder, vaidade, sucesso…), Inveja, Cólera (ira, raiva…), Preguiça, Avareza (cobiça…), Gula e Luxúria. </p>
<p>Não vejo nunca o Big Brother, mas ouço sua propaganda e leio as notícias e as opiniões de muitas pessoas sobre. Depois da suspeita de estupro no BB Brasil, em cena de sexo regado a cerveja, entrei no Google e li que na Inglaterra, “depois de umas grades de cerveja e de umas caixas de vinhos, os 14 concorrentes ficaram tão desinibidos que resolveram promover uma festa pelados na piscina.” </p>
<p>Mais: “Os produtores do Big Brother não acreditaram quando viram que triângulos amorosos começaram a surgir em cada quarto da casa, segundo o jornal Daily Star”. </p>
<p><strong>Eis aí, prezado(a) leitor(a),como o que há de pior em nossa sociedade (a droga do álcool e a luxúria juntos, pecados contra a virtude da temperança) se torna meio de ganhar dinheiro (avareza).</strong></p>
<p><strong>A Soberba se encarrega de transformar em coisa linda a degradação do que há de mais nobre no ser humano: o amor.</strong> É o amor que dá sentido a todas as relações que estabelecemos com os outros. A Soberba, na reflexão cristã, está presente toda a vez que o ser humano mente para si mesmo, fazendo soar como verdadeira a negação da verdade. Assume-se o lugar de Deus, o Supremo Legislador, que nos deu os mandamentos para apontar-nos o caminho que conduz a pessoa e a sociedade ao verdadeiro bem (a Paz). </p>
<p>Santo Tomás, ao falar dos pecados capitais, afirma que estes “são sumamente atraentes, tanto que por eles o ser humano comete muitos outros pecados”. São desvios do grande desejo do Bem, colocado por Deus nas profundezas do ser humano. Santo Agostinho experimentou esta verdade até à exaustão: “…mas eu caminhava em meio às trevas, por um caminho escorregadio, procurando a Ti fora de mim, e não achava, pois tu és o Deus do coração. E então cheguei ao fundo, desprovido de esperança, já perdida em mim a fé de ver a verdade face a face” (As Confissões, Liv. 6). </p>
<p>A Soberba está presente na luxúria e na gula (a voracidade do prazer da comida, da bebida e do sexo) quando se promove à dignidade de bem o que vilipendia o ser humano e ofende a divina sabedoria e o verdadeiro amor. Toda tentativa de justificar o pecado é violência à verdade e ao testemunho da própria consciência. É assim que a miséria moral, apelidada de amor, se torna linda, conforme soube que afirmou Pedro Bial comentando cena recente (estupro?) do BB brasileiro. Ora, uma afirmação como esta no contexto do BB – “o amor é lindo” &#8211; traduz exatamente o esforço em transformar em beleza o mau gosto e o vazio de valores de uma cultura que corre atrás do sucesso e do dinheiro fácil. <strong>Big Brother é um escárnio – uma espécie de vômito – contra tudo o que ainda existe de eticamente saudável na sociedade. É atentado violento ao pudor colocado na vitrine midiática, ao alcance de todos</strong>. Usa-se a justificativa de que o Big Brother retrata a sociedade. Aqui é necessária uma correção: “retrata o que de pior há em nossa sociedade” para satisfazer a gula doentia que, estimulada, salta para fora e passa a fazer parte da normalidade cultural. </p>
<p>O(a) leitor(a) que quiser ter uma amostra do que está acontecendo em nossa sociedade, pesquise no GOOGLE “bebida e sexo entre adolescentes” e encontrará farto material sobre o assunto. Assim: “Jovens fazem festa com sexo e bebida na Quinta da Boa Vista ” e, em seguida: “A Dcav (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima) está dando uma olhada em imagens onde aparecem jovens de uniforme, ou seja, matando aula, consumindo bebidas alcoólicas, além de casais se ‘embolando’ e camisinhas jogadas pelo gramado do parque”. </p>
<p>O BBB estimula esse tipo de comportamento ao conseguir empolgar telespectadores e envolvê-los nesse jogo sujo. Uma coisa é retratar a realidade doentia na cultura de modo a produzir rejeição e outra, oposta, é retratá-la travestida de beleza.</p>
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		<title>Ideologia de Gênero: neototalitarismo e a morte da família</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 15:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Jorge Scala Por Thácio Siqueira BRASILIA, terça-feira, 31 de janeiro de 2012 (ZENIT.org) &#8211; O livro “Ideologia de Gênero: neototalitarismo e a morte da família”, cuja versão em português esteve aos cuidados da editora Katechesis, é um livro do advogado pró-vida, argentino, Jorge Scala, lançado no Brasil em Outubro do ano passado. Zenit [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entrevista com Jorge Scala</strong></p>
<p>Por Thácio Siqueira</p>
<p>BRASILIA, terça-feira, 31 de janeiro de 2012 (ZENIT.org) &#8211; O livro “Ideologia de Gênero: neototalitarismo e a morte da família”, cuja versão em português esteve aos cuidados da editora Katechesis, é um livro do advogado pró-vida, argentino, Jorge Scala, lançado no Brasil em Outubro do ano passado. Zenit entrevistou o autor, que nos explicou brevemente o significado do seu livro e os perigos desta ideologia nas nossas sociedades.</p>
<p><a href="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/ideologia-de-genero-neototalitarismo-e-a-morte-da-familia/jorge-scala/" rel="attachment wp-att-9727"><img src="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/02/jorge-scala.jpg" alt="" title="jorge-scala" width="286" height="239" class="alignleft size-full wp-image-9727" /></a></p>
<p><strong>Por que um livro sobre a ideologia de gênero?</strong></p>
<p>A razão é simples: a ONU criou uma Agência do Gênero. Essa agência se dedica a controlar que todos os organismos e programas da ONU incluam o gênero. Por sua vez, a União Européia e o Banco Mundial condicionam os empréstimos para o desenvolvimento dos países pobres, por cláusulas da difusão de Gênero. Finalmente, se incorporou o gênero no sistema educacional dos nossos países. Dado tudo isto, é necessário investigar o que é o gênero.</p>
<p><strong>O que significa dizer que a ideologia de gênero é uma ideologia e não uma teoria ou uma descoberta científica?</strong></p>
<p>Uma teoria é uma hipótese verificada experimentalmente. Uma ideologia é um corpo fechado de idéias, que parte de um pressuposto básico falso – que por isto deve impor-se evitando toda análise racional -, e então vão surgindo as conseqüências lógicas desse princípio falso. <em>As ideologias se impõem utilizando o sistema educacional formal (escola e universidade) e não formal (meios de propaganda), como fizeram os nazistas e os marxistas</em>.</p>
<p><strong>O que é, então, a ideologia do gênero? Como você a descreveria para nossos leitores?</strong></p>
<p>Seu fundamento principal e falso é este: o sexo seria o aspecto biológico do ser humano, e o gênero seria a construção social ou cultural do sexo. Ou seja, que cada um seria absolutamente livre, sem condicionamento algum, nem sequer o biológico -, para determinar seu próprio gênero, dando-lhe o conteúdo que quiser e mudando de gênero quantas vezes quiser.</p>
<p>Agora, se isso fosse verdade, não haveria diferenças entre homem e mulher – exceto as biológicas -; qualquer tipo de união entre os sexos seria social e moralmente boas, e todas seriam matrimônio; cada  tipo de matrimônio levaria a um novo tipo de família; o aborto seria um direito humano inalienável da mulher, já que somente ela é que fica grávida etc. Tudo isso é tão absurdo, que só pode ser imposto com uma espécie de &#8220;lavagem cerebral&#8221; global.</p>
<p><strong>Você, em seu livro, a chama de “ideologia totalitária”. Há alguma relação com as ideologias totalitárias que a humanidade tem experimentado na história? Ou é um passo para chegar a estas situações de políticas totalitárias?</strong></p>
<p>O gênero destrói a estrutura antropológica íntima do ser humano, por tanto quem fique à mercê dessa ideologia o fará “voluntariamente”. Não é mais do que uma ferramenta de poder global que, se imposta, levará a um regime totalitário – ainda quando haja eleições e partidos políticos como na Alemanha nazista. Em contraste, nas outras ideologias conhecidas, o Estado dominava &#8211; ou domina como na Coréia do Norte ou em Cuba &#8211; pela força bruta.</p>
<p><strong>Parece uma ideologia que entra nos países pelo aspecto legal e jurisdicional. Não será a falta de reconhecer uma lei natural, e a adoção do positivismo, os alicerces deste totalitarismo?</strong></p>
<p>O problema parece mais profundo e complexo. O <strong>ethos</strong> é aquilo que um povo estima o que está bem e o que está mal, desde as profundezas do seu coração, não importando o que digam as leis e até mesmo o que cada um faça na própria vida. <em>O problema é que o Ocidente perdeu o seu ethos comum, até 30 ou 40 anos atrás, era o cristianismo. O liberalismo fez que muitas pessoas acreditassem que a moral fosse um assunto privado de cada pessoa</em>. Então, para alguns, é bom mentir, roubar, matar e fornicar &#8211; em certas circunstâncias; e como todas as opiniões são iguais, a única maneira de viver em sociedade é que as leis “imponham” um certo ethos, que deve ser aceito por todos, sob certas penalidades. Por isso, nos nossos parlamentos promove-se todos os tipos de leis de gênero. Busca-se com elas que – junto com a educação -, formem o novo ethos dos nossos povos. E se o gênero se converte em ethos, o sistema totalitário funcionará plenamente.</p>
<p><strong>A teoria do gênero é totalitária, mas não vemos ninguém perdendo as suas vidas. Então, por que ter medo de algo que não passa de leis e de idéias? Não é melhor respeitar a opinião de cada um?</strong></p>
<p>Em 2010 a Espanha reformou a sua lei do aborto conforme a ideologia do gênero, considerando-o &#8220;direito humano&#8221; essencial da mulher. Naquele ano houve 113.031 abortos na Espanha. Essa &#8220;lei&#8221; e essa &#8220;idéia&#8221; mataram &#8211; só na Espanha e só nesse ano -, muitas pessoas. Não é pra ter medo da ideologia do gênero, mas é necessário enfrentá-la no campo das idéias, que é onde ela pode ser vencida mais facilmente.</p>
<p>Sempre é necessário respeitar as pessoas &#8211; independentemente dos seus pensamentos. No entanto, as opiniões não se respeitam: se discernem. O livro ajudará o leitor a fazer seu próprio discernimento sobre o gênero.</p>
<p><strong>Qual é, então, as conseqüências para nossos filhos, para a próxima geração?</strong></p>
<p>Eu respondo com um fato real. Dei uma palestra sobre esta ideologia, a todos os professores de uma cidade de 7.000 habitantes, numa área rural da minha província. Gente simples e trabalhadora. Ao concluí-la, uma professora comentou em voz alta: <strong>&#8216;Agora eu entendo porque há alguns dias atrás meu filho de 7 anos me perguntou: mamãe eu sou menino ou menina &#8230;?</strong> As pessoas formadas e maduras estão imunes dessa ideologia, mas se a permitirmos penetrar nas crianças desde tenra idade &#8211; cinema, rádio, TV, escola, revistas -, em muitos casos, teremos que lamentar com o tempo tragédias de todo tipo.</p>
<p><strong><br />
&#8220;Onde haja um homem – mulher ou varão &#8211; , sua inteligência buscará a verdade, sua vontade tentará amar e autodirigir-se para o bem&#8221;, é o que você afirma no seu livro. Qual seria a melhor maneira de combater esta e outras ideologias semelhantes que tendem a penetrar nas Constituições e leis dos países? É a formação de homens e mulheres verdadeiros? O que significa um homem ou uma mulher verdadeiros?</strong></p>
<p><strong>Ante todas as idéias insalubres ou absurdas que giram pelo mundo atual, o mais importante não são outras idéias que as combatam, mas sim testemunhas da verdade. Mulheres e homens sinceros, de carne e osso. A mulher é a mãe, ou seja: o amor incondicional e que sempre está presente. O varão é o pai, ou seja: a autoridade, o amor que põe limites e condições, para tirar o melhor de si de cada um. Ambos amores são necessários para chegar à maturidade humana. Conhecer um homem e uma mulher assim, é a melhor &#8220;vacina&#8221; contra a ideologia do gênero.</strong> </p>
<p>Todo o dinheiro da venda desse livro no Brasil é revertido para o movimento Pró-vida do Brasil. O livro é distribuído no Brasil pelo Prof Felipe Nery (proffnery@hotmail.com)</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p>Jorge Scala &#8211; Argentino. Advogado. Professor de Bioética na Universidad Libre Internacional de las Américas. Professor honorário da Universidad Ricardo Palma. Prêmio Thomas More do Instituto Tomas Moro. Prêmio João Paulo II à defesa da vida da Universidad Fasta. Autor e co-autor de vários livros. Deu mais de 600 palestras em 17 países.</p>
<p>Fonte: ZENIT.org</p>
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		<title>A Igreja nasce da Oração de Jesus</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 22:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[A catequese de Bento XVI durante a Audiência Geral dessa quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 *** Quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Tema: A Igreja nasce da oração de Jesus Queridos irmãos e irmãs Na catequese de hoje concentramos a nossa atenção sobre a oração que Jesus dirige ao Pai na hora do seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A catequese de Bento XVI durante a Audiência Geral dessa quarta-feira, 25 de janeiro de 2012</strong></p>
<p>***</p>
<p>Quarta-feira, 25 de janeiro de 2012<br />
Tema: A Igreja nasce da oração de Jesus</p>
<p>Queridos irmãos e irmãs</p>
<p>Na catequese de hoje concentramos a nossa atenção sobre a oração que Jesus dirige ao Pai na hora do seu enaltecimento e da sua glorificação. Como afirma o Catecismo da Igreja Católica: <strong>“A tradição a define a oração sacerdotal de Jesus”</strong>. É aquela do nosso Sumo Sacerdote, a qual é inseparável do seu Sacrifício, da sua passagem (Páscoa) ao Pai, onde ele é inteiramente “consagrado” ao Pai. (n. 2747).</p>
<p><a href="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/a-igreja-nasce-da-oracao-de-jesus/oracao-sacerdotal-de-jesus/" rel="attachment wp-att-9718"><img src="http://www.comunidadefanuel.com/site2009/wp-content/2012/01/Oração-sacerdotal-de-Jesus.png" alt="" title="Oração sacerdotal de Jesus" width="350" height="350" class="alignleft size-full wp-image-9718" /></a></p>
<p>Esta oração de Jesus é compreensível na sua extrema riqueza, sobretudo se a colocamos no contexto da festa judaica da expiação, o <strong>Yom kippur</strong>. Naquele dia o Sumo Sacerdote completa a expiação por si mesmo, depois pela classe sacerdotal e enfim pela inteira comunidade do povo. O objetivo é o de conduzir o povo de Israel, depois das transgressões do ano, à consciência da reconciliação com Deus, à consciência de ser um povo eleito, ‘povo santo’ em meio aos outros povos. A oração de Jesus, apresentada no capítulo 17 do Evangelho Segundo João, retoma a estrutura desta festa. Jesus naquela noite se volta ao Pai no momento no qual está oferecendo a si mesmo. Ele, sacerdote e vítima, ora por si mesmo, pelos apóstolos e por todos aqueles que acreditarão n’Ele, pela Igreja de todos os tempos (Jo 17, 20).</p>
<p>A oração que Jesus faz por si mesmo é o pedido da própria glorificação, do próprio enaltecimento na sua ‘hora’. Na realidade é mais um pedido e uma declaração de plena disponibilidade de entrar, livremente e generosamente, no desígnio do Pai que se cumpre na entrega, na morte e na ressurreição. Esta “Hora” é iniciada com a traição de Judas (Jo 13, 31) e culminará na subida de Jesus ressuscitado ao Pai (Jo 20, 17). A saída de Judas do cenáculo é comentada por Jesus com estas palavras: <strong>“Agora o Filho do Homem foi glorificado e Deus foi glorificado nEle”</strong> (Jo 13, 31). Não acaso, Ele inicia a oração sacerdotal dizendo: <strong>“Pai, é chegada a hora: glorifica o teu Filho para que o Filho glorifique a ti”</strong> (Jo 17, 1). A glorificação que Jesus pede por si mesmo como Sumo Sacerdote é o ingresso na plena obediência ao Pai, uma obediência que o conduz à sua mais plena condição filial: <strong>“E agora, Pai, glorifica-me diante de Ti com aquela glória que eu havia junto de Ti antes que o mundo existisse”</strong> (Jo 17, 5). Esta disponibilidade e este pedido constituem o primeiro ato do sacerdócio novo de Jesus que é um doar-se totalmente na cruz, e exatamente sobre a cruz – o supremo ato de amor – Ele é glorificado, porque o amor é a alegria verdadeira, a glória divina.</p>
<p>O segundo momento desta oração é a intercessão que Jesus faz pelos discípulos que estiveram com Ele. Eles são aqueles dos quais Jesus pode dizer ao Pai: <strong>“Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me destes. Eram teus e os destes a mim, e eles observaram a Sua Palavra”</strong> (Jo 17, 6). “Manifestar o nome de Deus aos homens” é a realização de uma presença nova do Pai em meio ao povo, à humanidade. Este “manifestar” não é somente uma palavra, mas é a realidade em Jesus; Deus está conosco, e assim o nome &#8211; a sua presença conosco, o ser um de nós – se “realizou”. Portanto, esta manifestação se realiza na encarnação do Verbo. Em Jesus Deus entra na carne humana, se faz próximo em modo único e novo. E esta presença tem o seu ápice no sacrifício que Jesus realiza na sua Páscoa de morte e ressurreição.</p>
<p>Ao centro desta oração de intercessão e de expiação em favor dos discípulos está o pedido de consagração; Jesus diz ao Pai: <strong>“Eles não são do mundo, também eu mandei-lhes ao mundo; por eles eu consagro a mim mesmo, para que sejam também eles consagrados na verdade”</strong> (Jo 17, 16-19). Pergunto: o que significa “consagrar” neste caso? Antes de tudo vale dizer que “Consagrado” ou “Santo” é propriamente somente Deus. Consagrar, portanto, quer dizer transferir uma realidade – uma pessoa ou coisa – para a propriedade de Deus. E nisto estão presentes dois aspetos complementares: de uma parte tirar das coisas comuns, segregar, colocar à parte do ambiente de vida pessoal do homem para serem doados totalmente a Deus; e da outra esta segregação, esta transferência à esfera de Deus, tem um significado próprio de envio, de missão: exatamente porque, doada a Deus, a realidade, a pessoa consagrada existe para os outros, é doada aos outros. Doar a Deus quer dizer não estar mais para si mesmo, mas para todos. É consagrado quem, como Jesus, é segregado do mundo e colocado à parte para Deus em vista de um objetivo e exatamente por isto está plenamente à disposição de todos. Para os discípulos, será continuar a missão de Jesus, ser doado a Deus para ser assim em missão por todos. A noite de Páscoa, o Ressuscitado, aparecendo aos seus discípulos, lhes dirá: <strong>“A paz esteja convosco. Como o Pai me envio assim eu vos envio”</strong> (Jo 20, 21)</p>
<p>O terceiro ato desta oração sacerdotal estende o olhar até o fim do tempo. Nela Jesus se volta ao Pai para interceder em favor de todos aqueles que serão levados à fé mediante a missão inaugurada pelos apóstolos e continuada na história: “Não oro somente por estes, mas também por aqueles que acreditarão em mim mediante a Palavra deles”. Jesus reza pela igreja de todos os tempos, reza também por nós (Jo 17, 20). O Catecismo da Igreja Católica comenta: “Jesus levou a pleno cumprimento a obra do Pai, e a sua oração, como o seu Sacrifício, se estende até a consumação dos tempos. A oração da Hora preenche os últimos tempos e os leva em direção à consumação” (n. 2749).</p>
<p>O pedido central da oração sacerdotal de Jesus dedicada aos seus discípulos de todos os tempos é aquela da futura unidade de quantos acreditarão n’Ele. Tal unidade não é um produto mundano. Essa provém exclusivamente da unidade divina e chega a nós do Pai mediante o Filho e no Espírito Santo. Jesus invoca um dom que provém do Céu, e que tem o seu efeito – real e perceptível – sobre a terra. Ele reza <strong>“para que todos sejam um, como Tu, Pai, estás em mim e eu em ti. Que eles estejam em nós sejam também estes em nós, para que o mundo creia que Tu me enviastes”</strong> (Jo 17, 21). A unidade dos cristãos de uma parte é uma realidade secreta que está no coração daqueles que creem. Mas, ao mesmo tempo, ela deve aparecer com toda a clareza na história, deve aparecer para que o mundo creia, tem um objetivo muito prático e concreto, deve aparecer para que realmente todos sejam uma coisa só. A unidade dos futuros discípulos, sendo em unidade com Jesus – que o Pai enviou pelo mundo – é também a fonte originária da eficácia das missões cristãs no mundo.</p>
<p>Podemos dizer que na oração sacerdotal de Jesus se cumpre a instituição da Igreja. Exatamente ali, no ato da última ceia, Jesus cria a Igreja. Já que, não é a Igreja a comunidade dos discípulos que, mediante a fé em Jesus Cristo como enviado do Pai, recebe a sua unidade e é envolvida na missão de Jesus de salvar o mundo conduzindo-o ao conhecimento de Deus? Aqui encontramos realmente uma verdadeira definição da Igreja. A Igreja nasce da oração de Jesus. E esta oração não é somente palavra: é o ato no qual se consagra a si mesmo e por assim dizer, se sacrifica pela vida do mundo (Jesus de Nazaré, II)</p>
<p>Jesus reza para que os seus discípulos sejam uma coisa só. Em força de tal unidade, recebida e guardada, a Igreja pode caminhar no mundo sem ser do mundo (cf. Jo 17, 16) e viver a missão que lhe foi confiada para que o mundo creia no Filho e no Pai que a enviou. A igreja se torna então o lugar no qual se continua a missão do próprio Cristo: conduzir o mundo da alienação do homem em direção a Deus e a si mesmo, para fora do pecado, a fim que volte a ser o mundo de Deus.</p>
<p>Queridos irmãos e irmãs, colhemos alguns elementos da grande riqueza da oração sacerdotal de Jesus, que vos convido a ler e meditar, para que os guie no diálogo com o Senhor, nos ensine a rezar. Também nós, então, na nossa oração, pedimos a Deus que nos ajude a entrar, de modo mais pleno, no projeto que Ele tem sobre cada um de nós, peçamos à Ele para sermos “consagrados” a Ele, para pertencer-lhe sempre mais para poder amar sempre mais os outros, os próximos e os que estão distantes; peçamos à Ele para sermos sempre capazes de abrir a nossa oração às dimensões do mundo, não fechando-a no pedido de ajuda pelos nossos problemas, mas recordando diante do Senhor o nosso próximo, aprendendo a beleza de interceder pelos outros; peçamos à Ele o dom da unidade visível entre todos os que creem em Cristo – invocamos isto com força na semana de oração pela Unidade dos Cristãos &#8211; oremos para estarmos prontos para responder a qualquer um que nos pergunte acerca da esperança que está em nós (cf. I Pd 3, 15). Obrigado. </p>
<p>Fonte: canção nova</p>
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		<title>O Site Católicos em Células de cara nova!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 20:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Lima</dc:creator>
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